O capitalismo é uma invenção complexa em constante  mudança. Não existe dúvida ao redor da premissa de que o futuro será radicalmente diferente do passado, e ainda – que as mudanças ocorrem em velocidade e profundidade sensivelmente maiores que as observadas antes da Era Digital. Assim, Inovação Financeira pode ser definida como a ação de criar e popularizar novos instrumentos financeiros, como também novas tecnologias financeiras, mercados e instituições. Isto inclui inovação no nível do produto, do processo e/ou da instituição. Inovações no campo institucional tratam da criação de novos tipos de empresas financeiras, e.g. empresas especializadas em cartões de crédito, bancos eletrônicos. Inovação no nível do produto relaciona-se a novos produtos, e.g. derivativos, ativos securitizados, hipotecas, entre outros. Já a inovação no nível do processo trata de novas formas de fazer negócios financeiros incluindo bancos online, banco por telefone e novas formas de implementar a tecnologia de informação no campo financeiro. A título de exemplo de diferentes tipos de inovações financeiras pode-se citar:

  • Hedge funds
  • Private Equity/Venture Capital
  • Derivativos de clima
  • Produtos Estruturados
  • Death bonds
  • Títulos municipais
  • Exchange traded funds
  • Multi-family offices
  • Microfinance
  • Crowd Funding
  • Títulos de impacto social
  • Entre outros

O sistema bancário gerou uma gama de inovações financeiras incluindo vários títulos lastreados em hipotecas e obrigações com garantia, tais como os CDOs (collateralised debt obligations).

O Instituto Brasileiro de Inovação Financeira é uma empresa sem fins lucrativos que tem como foco atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação (P&D&I) nas áreas de interesse de finanças, particularmente essas atividades requerem expertise científica e técnica, além da condução de pesquisas relacionadas a desafios presentes em diferentes campos do conhecimento – viabilizando um ambiente de trabalho caracterizado por domínio conexo.

 

  • Desenvolvemos pesquisa orientada às necessidades dos agentes, com ênfase no potencial de inovação em Finanças;
  • Difundimos e fomentamos pesquisa científica aplicada nas áreas de interesse para a comunidade de Finanças;
  • Treinamos pessoas com foco essencial em temas financeiros, com formato e customizado, mediante interesses específicos;
  • Oferecemos materiais desenvolvidos pelos colaboradores aos interessados em treinamento de pessoal no campo de finanças;
  • Colaboramos com instituições parceiras no desenvolvimento de tecnologia em temas de interesse em Finanças;
  • Oferecemos (sem ônus) bancos de dados para realização de trabalhos acadêmicos com foco em Finanças;
  • Classificação de risco de default (rating) de empresas de capital aberto e fechado;
  • Avaliação de Empresas
  • Energia
  • Setor Financeiro
  • Metal mecânico
  • Gestão pública
  • Terceiro setor
  • Educação e pesquisa

Energia

  • AES Eletropaulo

Setor Financeiro

  • Itaú BBA
  • Mapfre Seguros
  • Caixa Econômica Federal
  • Banco do Brasil

Metal / Mecânico

  • Honeywell Turbo Technologies

Gestão Pública

  • Inspetoria de Economia e Finanças do Exército

Terceiro Setor

  • My Fun City

Educação e Pesquisa

  • Fundação Getulio Vargas
  • Metodologia do Well Being Brasil (WBB)

    O WBB (Well Being Brazil) é o Índice de Bem-Estar Brasil, que consiste em uma metodologia para mensurar o nível de bem-estar dos brasileiros, a partir das necessidades e anseios das pessoas residentes em diferentes regiões do país. Com o WBB espera-se colaborar para uma maior completude dos indicadores utilizados para estimar o crescimento econômico e o desenvolvimento nacional. O Índice de Bem-Estar Brasil tem como características principais a confiabilidade da informação, comunicabilidade, disponibilidade e periodicidade, desagregação e especificidade com sensibilidade. A confiabilidade da informação garantirá que a metodologia utilizada seja adequada e confiável para um rastreamento de dados com segurança em todos os níveis. Além disso, o Índice de Bem-Estar Brasil está atrelado a uma linguagem que irá contribuir para o envolvimento de todas as partes interessadas, por meio de uma comunicação clara e direta. Para tornar o WBB um índice acessível, o uso dos canais digitais será fundamental. Espera-se que futuramente, mediante sua efetiva adoção, o WBB esteja disponível mediante periodicidade regular, permitindo a formação de séries históricas. Um aspecto que merece ser destacado é a desagregação. O Índice de Bem-Estar Brasil deverá ser capaz de oferecer dados minimamente necessários para avaliar diferentes necessidades, de acordo com perfis, tais como idade, gênero, localidade, etc. A intenção será entender a diversidade de comportamentos e preferências. Por isso, o WBB não será tão amplo a ponto de não conseguir orientar as tomadas de decisões e nem tão específico para que apenas a equipe envolvida entenda o seu significado. O Índice de Bem-Estar Brasil será desenvolvido tomando como base um conjunto de indicadores: clima e atividades ao ar livre, transporte e mobilidade, família, redes de relacionamento, profissão e dinheiro, educação, governo, saúde, segurança e consumo. A relevância destes 10 indicadores será medida de acordo com a apreciação das pessoas residentes no Brasil. Portanto, não se trata de replicação de indicadores já existentes e atualmente em uso em quaisquer partes do mundo.

  • Sistema de Avaliação de Investimentos em PD&I considerando ganhos intangíveis no Setor elétrico brasileiro
  • Metodologia de um Índice de Preços de Mercado para Pequenas e Médias Empresas (iPME)
  • Alvaro Dias, Clinical Neuroscience Lab of the Federal University of Sao Paulo, Brazil, Brasil
  • Ancella Anitawati Hermawan, University of Indonesia, Indonésia
  • Aureliano Angel Bressan, Federal University of Minas Gerais | UFMG, Brasil
  • Carlo Drago, Department of Economic and Statistical Sciences | University of Naples "Federico II", Itália
  • Carlos André de Melo Alves, Banco Central do Brasil | Bacen, Brasil
  • Celso Roberto Perez, Federal University of Pernambuco | UFPE, Brasil
  • Cristiane Chaves Gattaz, Society for Design and Process Science | SDPS, Estados Unidos da América do Norte
  • Denísio Augusto Liberato Delfino, Secretaria de Política Econômica | SPE, Brasil
  • Fernando Moreira, University of Edinburgh Business School, Reino Unido
  • Francisco Henrique Figueiredo de Castro Junior, University of São Paulo | FEA/USP, Brasil
  • Gilnei Luiz de Moura, Federal University of Santa Maria | UFSM, Brasil
  • Guilherme Silveira Martins, Instituto de Ensino e Pesquisa | Insper, Brasil
  • Jill M. Norvillitis, SUNY Buffalo State, NY, Estados Unidos da América do Norte
  • Joaquim Rubens Fontes Filho, Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas | FGV/EBAPE, Brasil
  • José Cláudio Securato, Faculdade Saint Paul, Brasil
  • Josilmar Cia, Universidade Presbiteriana Mackenzie | UPM, Brasil
  • Kelmara Mendes Vieira, UFSM, Brasil
  • Lauro Gonzalez, Center for Microfinance Studies of FGV/EAESP, Brasil
  • Luciano Rossoni, UniGranRio e IBEPES, Brasil
  • Manuel J Rocha Armada, University of Minho, Portugal
  • Marcio Holland Brito, Secretaria de Política Econômica | SPE, Brasil
  • Oliviero Roggi, Professor Finance at University of Florence and NYU Stern Visiting Prof, Itália
  • Paulo Glício da Rocha, Chesf and Federal University of Pernambuco | UFPE, Brasil
  • Rafael Rabelo Bastos, Faculdade Ateneu, Brasil
  • Roberto Borges Kerr, Universidade Presbiteriana Mackenzie | UPM, Brasil
  • Roberto Ricciuti, Dipartimento di Scienze Economiche | Università degli Studi di Verona, Itália
  • Silvio Parodi Oliveira Camilo, Unesc, Brasil
  • Wesley Mendes-Da-Silva, Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP), Brasil
  • Wilson Toshiro Nakamura, Universidade Presbiteriana Mackenzie, Brasil

Nossa Missão

Trazer inspiração em inovação financeira – contribuindo para reciprocidade positiva entre os participantes do mercado.

LITERATURA DE INOVAÇÃO FINANCEIRA
Bencivelli, L.;Zaghini, A. (2012). Financial Innovation, Macroeconomic Volatility and the Great Moderation. Modern Economy, Vol. 3, p. 542-552
Bennett, R.L. (1963). Financial Innovation and structural change in the early stages of industrialization: Mexico, 1945-59. Journal of Finance, Vol. 18, Issue 4, p. 666-683
Bianchi, J.;Boz, E.;Mendoza, E.G. (2012). IMF Economic Review, Vol. 60, Issue 2, p. 223-269
Christensen, J.L. (2007). Constraints on Innovation Finance in North Jutland. Denmark, European Planning Studies, Vol. 15, Issue 9, p. 1163-1180
Crisóstomo, V.L.;López-Iturriaga, F.J.;Vallelado, E. (2011). Latin American Business Review, Vol. 12, Issue 3, p. 165-185

LITERATURA DE FINANÇAS NO BRASIL

Os colaboradores do IBRIF desenvolvem pesquisas, e neste espaço disponibilizam resultados preliminares de estudos em andamento, trata-se de uma oportunidade de encontrar hoje, o que talvez seja publicado amanhã, em periódicos técnicos científicos. O interesse dos colaboradores é que seus trabalhos em working papers sejam acessados pela comunidade, e que essa possa fornecer feedbacks contributivos para a melhoria de seus trabalhos com vistas à sua publicação final.

ARTIGOS PUBLICADOS PELOS COLABORADORES DO INSTITUTO

Nossos colegas colaboradores constituem um seleto conjunto de pessoas envolvidas com o campo de finanças, seja no âmbito acadêmico ou de negócios. Como parte de nossos objetivos, buscamos fomentar a pesquisa em Finanças, especialmente considerando as especificidades do nosso mercado e de nossa economia. Assim, como forma de incentivar a atividade de pesquisa, disponibilizamos estudos [desde que devidamente certificada a finalidade unicamente acadêmica e sem fim lucrativo] desenvolvidos por nossos colaboradores. E, de forma ímpar e pioneira no Brasil, oferecemos os bancos de dados que possibilitaram essas pesquisas. Com esta iniciativa esperamos:

  1. abreviar o processo de desenvolvimento de pesquisa em finanças;
  2. reduzir o esforço redundante, na medida em que os interessados em certos temas possam partir de trabalho já desenvolvido.

Clique aqui e envie a referência de seu trabalho (com banco de dados) para disponibilizar em nossa página.

Barros, Lucila [EAESP/FGV]; Botelho, Delane [EAESP/FGV] (2012). Hope, Perceived Financial Risk and Propensity for Indebtedness. Brazilian Administration Review, V. 9, n. 4
Cupertino,César Medeiros [UFSC]; Martinez, Antonio Lopo [Fucape]; da Costa Jr., Newton Carneiro Affonso [UFSC] (2012). Accrual Anomaly in the Brazilian Capital Market. Brazilian Administration Review, V. 9, n. 4
Silva, Wesley Mendes da [EAESP/FGV]; Nakamura, Wilson Toshiro [Mackenzie]; Moraes, Daniel Carrasqueira de [Mackenzie]; (2012). Credit Card Risk Behavior on College Campuses: Evidence from Brazil. Brazilian Administration Review, V. 9, n. 3
Yoshinaga, Claudia Emiko [EAESP/FGV]; Castro Junior, Francisco Henrique Figueiredo de [Fecap]; (2012). The Relationship between Market Sentiment Index and Stock Rates of Return: a Panel Data Analysis. Brazilian Administration Review, V. 9, n. 2
Simões, Mario Domingues [IAG/PUC Rio]; Macedo-Soares, T. Diana L. van Aduard de [IAG/PUC Rio] Klotzle, Marcelo Cabus [IAG/PUC Rio] Pinto, Antonio Carlos Figueiredo [IAG/PUC Rio]; (2012). Assessment of Market Efficiency in Argentina, Brazil and Chile: an Event Study of Mergers and Acquisitions. Brazilian Administration Review, V. 9, n. 2
TESES E DISSERTAÇÕES
Board Interlocking, Financial Performance And Value Of Listed Companies In Brazilian Stocks: Analysis In The Perspective Of Graph Theory And Social Network

Wesley Mendes da Silva

Economics, Business and Accounting, University of São Paulo | USP

The functional perspective of financial innovation and real estate

Trevor T T. Murray

Dept. of Urban Studies and Planning., Massachusetts Institute of Technology

PARCEIROS

ASSOCIAÇÕES E ACREDITAÇÕES

JOURNAL OF FINANCIAL INNOVATION

O Journal of Financial Innovation é uma publicação semestral, de caráter técnico científico, que possui foco dirigido às questões relativas ao processo e aos produtos financeiros dirigidos à promoção de inovação financeira, especialmente em se tratando de Mercados Emergentes, sobretudo na América Latina. Tendo em vista o caráter transnacional Financial Innovation Journal, podem ser submetidos trabalhos nas línguas portuguesa, espanhola e inglesa, os quais serão publicados na língua em que foram submetidos. A Revista publica:

  • Artigos
  • Resenhas
  • Recomendações bibliográficas
  • Executive insights

Visite o site da Revista clicando aqui.

Como estão seus conhecimentos básicos de Finanças?

Este Quizz possui seis perguntas, e faz parte da verificação inicial do IBRIF em treinamentos dirigidos aos interessados em desenvolver suas habilidades em decisões financeiras. Quando você terminar de realizá-lo, você receberá um feedback imediato, dando-lhe uma sensação de quais conceitos financeiros-chave que você precisa aprender para se tornar um gerente mais eficaz. As perguntas foram desenvolvidas com a ajuda dos pesquisadores colaboradores do IBRIF, do Brasil e do exterior.


Qual dos itens seguintes não é parte do capital de giro?

A empresa Teta e empresa Charlie possuem os Balanços Patrimoniais a seguir (em milhares de $):

 

Ativos

Empresa Alfa

 

Empresa Bravo

Ativos circulantes

$100.000

 

$80.000

Ativos fixos (líquidos)

$100.000

 

$120.000

Ativos Totais

$200.000

 

$200.000

 

 

 

 

Passivos circulantes

$20.000

 

$80.000

Dívida de Longo Prazo

$80.000

 

$20.000

Ações Ordinárias

$50.000

 

$50.000

Lucros retidos

$50.000

 

$50.000

Passivo + PL

$200.000

 

$200.000

 

Considere que os lucros antes de tributação para as duas empresas sejam de $30.000.000, sujeitas à alíquota de 30% de Imposto de Renda. Isto posto, qual seria o valor mais aproximado para o Retorno sobre o Patrimônio de cada firma se a taxa de juros sobre dívidas de curto prazo estiverem ao redor de 10% e para dívidas de longo prazo a taxa de juros seja de 13%?

Ao completar as informações acerca das demonstrações financeiras adiante, usando os seguintes dados financeiros, qual seriam os valores mais próximos para as contas Estoques e Contas a Pagar?

 

Índice de endividamento: 50%

Liquidez seca: 0,8

Giro dos ativos: 1,5

Margem bruta sobre vendas: (Vendas – CMV)/Vendas = 25%

Giro dos Estoques: 5,0

Days  Sales Outstanding (Contas a receber/(vendas/365)) = 36,5 dias

 

Balanço Patrimonial

Caixa

 

 

Contas a pagar

 

Contas a receber

 

 

Endividamento de Longo Prazo

$60.000

Estoques

 

 

Ações Ordinárias

 

Ativos Fixos

 

 

Lucros retidos

$97.500

Ativos Totais

$300.000

 

Patrimônio Líquido + Dívidas

 

Vendas

 

 

CMV

 

Assuma que você é o Diretor Financeiro da Empresa Ômega, e que identificou os índices financeiros adiante apresentados:

Vendas/Ativos Totais = 1,5
Retorno sobre os Ativos (ROA) = 3%
Retorno sobre o Patrimônio (ROE) = 5%

Quais seriam os valores mais razoáveis para a Margem de Lucro e o índice de Endividamento da Empresa Bravo?

Você acaba de terminar o seu curso de Graduação na Universidade e decide comprar um automóvel para iniciar sua vida profissional de Representante Comercial de uma multinacional, ao preço de R$300.000,00. Para adquirir esse carro, você necessitará financiar metade do valor devido, empregando o método de amortização conhecido por Tabela Price. Qual o valor da primeira prestação? Assuma que a taxa de juros será de 2%a.m. e o prazo de pagamento será de 18 prestações mensais, postecipadas.

Você assumiu a função de Gestor de Carteira de um conceituado banco. Sob sua responsabilidade, está um fundo de valor total de $5.000.000, que possui $4.000.000 distribuídos em ações conforme tabela adiante, e o saldo aplicado em títulos de dívida do governo, que remunera investimentos no nível de 6%. Qual será o valor total da carteira desse fundo, após um período de investimento, se o retorno esperado da carteira de ativos de mercado está ao redor de 14%?

 

Ações

Investimento (em $)

Beta

A

400.000

1,5

B

600.000

-0,5

C

1.000.000

1,25

D

2.000.000

0,75

 





IBRIF NA MÍDIA
Postura do poder público e mobilidade urbana são itens que mais afetam qualidade de vida em SP | Rádio CBN São Paulo. 2014
Queiroz, Fernanda . Desenvolvimento de um Indicador Nacional de Felicidade e Bem Estar. 2012
Universitários compõem Grupo de risco no Cartão de Crédito | Rádio Band News. 2011
Universitários compõem Grupo de risco no Cartão de Crédito | Rádio Estadão ESPM. 2011
Barbeiro, Herodoto . Professor da FGV relata início de Pesquisa sobre Bem-Estar e Felicidade. 2013
Cartões de Crédito e Estudantes em Risco | Rede Internacional de TV (RIT). 2011
Jovens Brasileiros têm mais Dívidas no Cartão de Crédito que Americanos | Jornal Hoje | Rede Globo. 2012
Juros dos cartões de crédito podem chegar a 20% por mês | SBT Brasil. 2011
Pesquisa da FGV aponta a satisfação dos paulistanos | TV Câmara SP. 2014
Aquino, R. . O Sonho do Intercâmbio | A crise na Europa. 2012
Faria, Nara . Sem controle: universitários mostram perfil arriscado no uso do cartão de crédito - InfoMoney
Lessa, Ricardo . Abertura de capital é oportunidade para empresas aumentarem caixa sem dívida | Globo News. 2012
Tempo gasto no trânsito e qualidade do transporte público são as principais reclamações | Jornal globo News. 2014
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